Tem gente que não gosta de mancha. Tem gente que tem até medo dela, e avisa a alguém distraído: “cuidado que mancha!”.
A mancha nos desestabiliza e faz a gente parar. “Ah manchou!” E parece o fim de tudo.

Esse fim pode ser o começo de algo novo. “O que posso criar a partir da mancha?” Desta mancha ao acaso surge uma nova forma que a gente não planejava.
É tão instigante e motivador brincar de criar algo novo e diferente com as manchas.
É preciso estar atento no momento em que surgem as manchas para poder aproveitá-las para o criar espontâneo, que faz com que um dia seja diferente de outro.
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